TCESP debate em Colóquio Internacional sobre a realidade do Controle Externo em países lusófonos


15/01/2026 – SÃO PAULO – O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), por meio do Chefe Técnico da Fiscalização da Unidade Regional de São José dos Campos (UR-7), Rafael Rodrigues da Costa, participou, na sexta-feira (9/1), do Colóquio Internacional sobre Controle Externo nos Países Lusófonos.

Promovido pela Faculdade de Gestão da Universidade Técnica de Angola (UTANGA), o encontro realizado nos Laboratórios da UTANGA e de maneira híbrida discutiu sobre o tema ‘O Controle Externo nos Países Lusófonos: Abordagens das Realidades Angolana e Brasileira’.

O Colóquio reuniu estudantes, docentes, investigadores, profissionais e contou com a apresentação on-line de Rafael Rodrigues da Costa. Ao representar o TCESP, o autor do artigo publicado na Revista do Tribunal de Contas de Portugal ‘Colaboração de Tribunais de Contas Brasileiros junto a Órgãos de Controle Externo de Países Lusófonos – Ações Realizadas e Potenciais’ destacou dentre outros assuntos, a atuação da Corte nas Unidades Regionais do Estado de São Paulo e o seu alcance fiscalizatório, ao passo que essa situação não ocorre mesmo em territórios extensos como é o caso de Angola.

“Desde 2023, tenho estudado as instituições de controle externo de países lusófonos, em especial Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Portugal e, ao longo deste período, venho descobrindo interessantes nuances e peculiaridades”, ressaltou Rafael Rodrigues da Costa.
 
“Em minha pesquisa de doutorado, desejo aprofundar a investigação, entendendo como o controle externo – sempre sediado nas capitais – chega às regiões mais afastadas ou remotas. É natural termos como exemplo o TCESP, que possui um eficiente modelo de unidades regionais, porém o mesmo não ocorre mundo afora, em especial na comunidade lusófona. O objetivo é contribuir efetivamente para que outros Tribunais de Contas evoluam em sua atuação regional”, destacou o Chefe Técnico da Fiscalização (UR-7).

“Entendo que nós podemos em muito contribuir com eles, seja por meio de pesquisas acadêmicas ou por trabalhos práticos que integrem as instituições lusófonas brasileiras e estrangeiras”, finalizou.